Meça o fluxo, antecipe a falta e proteja a produção. Do fornecedor ao ponto de uso.
Acompanhe o material desde o fornecedor até o ponto de uso. Indicador bom é aquele que ajuda a perceber o desvio e escolher uma ação.
A fórmula é só o começo; o indicador precisa orientar uma decisão em 5 passos.
Define exatamente o fenômeno observado.
Mostra numerador, denominador e unidade.
Transforma a conta em uma situação concreta.
Traduz o resultado para a operação.
Indica decisão e evita confusões conceituais.
Antes de comparar resultados, confirme: mesmo período, mesma unidade e mesma regra de contagem.
Conceitos parecidos que respondem a perguntas diferentes. Evite confusões comuns na gestão logística.
Regra de Bolso: Resultado/HH = produtividade. Ocupação/capacidade = utilização. HH é o insumo.
Regra de Bolso: OTIF é específico; fill rate olha quantidade; nível de serviço depende do padrão definido.
Regra de Bolso: Defina sempre o evento inicial e final. Sem eles, tempos iguais no nome medem trechos diferentes.
Regra de Bolso: É possível ter alta ocupação, cobertura mal distribuída e ainda sofrer ruptura. Estoque cheio não garante disponibilidade certa.
Use os indicadores abaixo como pistas — não como respostas isoladas. Onde começar a investigar?
Os números apontam uma combinação de confiabilidade, processamento e estoque.
Fornecedor OTIF de 81% indica baixa confiabilidade de entrada.
Recebimento Dock-to-stock de 3h40 prolonga a indisponibilidade do material.
Estoque 92% ocupado com só 88% acuracidade: cheio não significa confiável.
Linha Ruptura de 6% e reposição de 47 min tornam a parada visível.
1) Recuperar OTIF crítico • 2) Reduzir dock-to-stock • 3) Corrigir divergências e parâmetros de reposição
O indicador certo não serve apenas para explicar o passado. Ele ajuda a perceber o desvio cedo e agir antes que a produção pare.
"Qual indicador você consultaria primeiro amanhã na sua operação — e qual decisão ele precisa apoiar?"